𝚋𝚊𝚝𝚜𝚒𝚚

«Honk, honk!» — Harpo Marx ᵐᵃⁱˢ ᵘᵐ ᵒᵇˢᶜᵘʳᵒ ⁿᵒˢᵗʳⁱⁿʰᵒ ᵇᵃⁱˣᵃ ʳᵉⁿᵈᵃ ᵉ ᵈᵉˢᵈᵉⁿᵗᵃᵈᵒ

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W. H. Auden - This Lunar Beauty This lunar beauty Has no history Is complete and early, If beauty later Bear any feature It had a lover And is another. This like a dream Keeps other time And daytime is The loss of this, For time is inches And the heart’s changes Where ghost has haunted Lost and wanted. But this was never A ghost’s endeavor Nor finished this, Was ghost at ease, And till it pass Love shall not near The sweetness here Nor sorrow take His endless look.

Source: poetryconnection.net

Kevinismus ("Kevinism") is a German term for the practice of giving children trendy, exotic-sounding names as opposed to traditional German ones. It is often considered to be an indicator of low social class.[1] The prototypical example is Kevin, which like most such names came to Germany from Anglo-American culture. Specifically, Kevin McCallister, the protagonist of the 1990 comedy film Home Alone (titled Kevin – Allein zu Haus in the German release) is credited with making Kevin the most popular boys' name chosen in Germany in 1991.[2] Kevin Costner's 1990 film Dances with Wolves is often cited as an additional factor.[3] Both films were released in Germany in 1991 and were the two most successful films there in that year.[4] However, the name had already been introduced to Germany and achieved brief popularity in the late 1970s, during English footballer Kevin Keegan's spell with Hamburger SV.[5] Sometimes Chantalismus ("Chantalism") is used as a female equivalent, from the French name Chantal.

Source: en.wikipedia.org

Em breve a Editora Sator lançará a versão corrigida e ampliada do fantástico livro de Alexei Bueno: Uma história da poesia brasileira.

Source: editorasator.com.br

Acabo de ler um artigo na revista Concerto de autoria do editor seu Kunze e gostaria de colocá-lo diante de outro com visão diametralmente oposta, chamado Cultura é um Desperdício, publicado na Revista Veja 25 anos atrás, o autor é Diogo Mainardi.Ambos textos se encaixam na polarização direita e esquerda. Na Concerto encontramos a reclamação de que organizações sociais milionárias precisariam de mais dinheiro público, "a sustentabilidade" "não pode se basear em variáveis de mercado". Já autor de direita chega a dizer "ninguém mandou você ser poeta, músico, pintor ou cineasta", ''Entre usar dinheiro público para financiar uma obra de arte e deixá-lo para ser surrupiado por um político ladrão, é menos danoso, culturalmente, deixá-lo para o político ladrão." Mainardi também disse "O barroco brasileiro nunca foi nem será arte". Ele usou afirmativamente a frase que no nosso título parece como interrogação.O que Mainardi defende é nas palavras dele "se você não dispõe de dinheiro", não seja artista. Não se assustem, assim pensa boa parte da direita brasileira! Nelson Rubens Kunze, por sua vez, defende que 132 milhões em dinheiro público por ano para administrar o Municipal de SP é pouco. Para mim poderia até ser o triplo disso, mas a organização social que cuida desse palco não merece nem um terço do que já recebe!O que nos interessa do ponto de vista da crítica, é se o Municipal de SP e a OSESP por exemplo, oferecem qualidade, avaliada sob critérios objetivos.Por exemplo tanto os Municipais do Rio quanto o de SP no passado recebiam cantores solistas do primeiro escalão. No Municipal do Rio no início dos anos 50 participaram Maria Callas e Renata Tebaldi da mesma temporada. Também recebiam o elenco inteiro, orquestra, coro, solistas, de grandes teatros da Europa, para encenarem determinados títulos por aqui.Desde quando me entendo por gente nunca vi essas coisas acontecerem por essas bandas, foi antes de eu nascer, mas na Argentina, no teatro Colón em 2018 Daniel Barenboim dirigiu Tristão e Isolda de Wagner com a Orquestra Estatal de Berlin e solistas internacionais. Aliás solistas de escala mundial nunca deixaram de aparecer nas produções desse teatro, tudo ao contrário daqui. A pergunta que me faço é por qual razão não temos isso no Municipal de SP? Tanto dinheiro público gasto nesse teatro de São Paulo para contratar os cantores da casa e encenar produções controversas! Exigimos qualidade e como pagadores de impostos, temos esse direito!O mesmo questionamento faço quando enaltecem a OSESP e a Sala SP. Nosso blog é uma das poucas vozes a denunciar a pasmaceira em que essa orquestra caiu desde a saída de John Neschling, temos vários artigos aqui tratando disso. O nosso editor Ali Ayache já falou é inútil gastar fortunas promovendo apresentações pela Europa e Estados Unidos da OSESP, pois existem dezenas de conjuntos melhores que essa agrupação brasileira mundo afora.Na Cidade do México por exemplo, maior que Buenos Aires e com o mesmo tamanho de SP além de economicamente similar, não existe só uma orquestra profissional e uma orquestra da ópera como na capital paulista. Tem a orquestra nacional e a orquestra da ópera, ambas diferentes, se apresentando no teatro Bellas Artes. Tem a Filarmônica da Cidade do México, Sinfônica do Estado de México em Toluca, dirigida por muito tempo por Enrique Bátiz e a Filarmônica da UNAM, sediada na sala Nezahualcóyotl, construída por iniciativa de Eduardo Mata. Além disso enquanto todas essas estão de férias, se apresenta uma orquestra de festival, a Sinfônica de Mineria, numa temporada de verão na sala Neza. Assim costuma ser na grandes capitais musicais da Europa, onde convivem várias orquestras profissionais e nada de pausa de 2 meses de férias.Falo essas coisas para quem acha SP o máximo que uma metrópole de terceiro mundo pode alcançar em matéria de música clássica. Isso é o que os políticos paulistas querem vender!Isaac Carneiro Victal

Source: operaeballet.blogspot.com

O teu silêncio é uma nau com todas as velas pandas... Brandas, as brisas brincam nas flâmulas, teu sorriso... E o teu sorriso no teu silêncio é as escadas e as andas Com que me finjo mais alto e ao pé de qualquer paraíso...

Source: www.pessoadigital.pt

Os jovens brasileiros estão entre os públicos mais engajados com música clássica no mundo, aponta o relatório global Classical Pulse 2026, produzido pela série de concertos Candlelight, da Fever, que analisou hábitos de mais de 8 mil pessoas adultas em dez países. Segundo o estudo, 96% dos brasileiros das gerações Z e Millennials que já tiveram contato com concertos afirmam ter assistido a pelo menos uma apresentação no último ano.

Source: www.cnnbrasil.com.br

Se o livro foi, por uma fase do longo século XX, a máquina de fabricar solitude (a tecnologia que nos ensinava a estar sós com nossos próprios pensamentos), sua transformação em acessório de visibilidade marca o fim de um regime de privacidade. Resta saber se ainda conseguiremos ler. Isto é, verdadeiramente ler, com a atenção dispersa e o corpo curvado sobre páginas que ninguém fotografará. Ou se, acostumados ao brilho da tela, teremos esquecido que algumas páginas só se abrem na escuridão.

Source: ensaiosenotas.com

Muitas vezes recebo textos para apreciação que não têm voz, iguais a recados que colássemos na porta a pedir ao carteiro que deixasse a nossa correspondência com a porteira. O que um editor procura acima de tudo é uma voz, um estilo próprio, algo que identifique e distinga um autor dos outros e dos não-autores (pegando na etimologia, os que não acrescentam nada ao que já existe). Uma das formas de entender o que é esse estilo diferenciador é ler um notável livrinho de Raymond Queneau chamado Exercícios de Estilo que descobri, creio, ainda na faculdade e no qual a mesmíssima situação é abordada de uma profusão de pontos de vista: desde o texto publicitário ao tom de surpresa, da descrição antiquada à narração hesitante, numa abordagem botânica ou gastronómica, num texto telegráfico ou sob a forma de ode ou soneto, o homem que o narrador encontra no autocarro que tem pescoço comprido e chapéu na cabeça aparecerá 99 vezes e nunca será o mesmo por causa dos variadíssimos estilos. Um excelente exercício que ajuda a compreender que o «como» é o que interessa mais em literatura. Ou seja, uma história maravilhosa pode ser deitada a perder se não a soubermos contar. Uma história banal pode ser salva por um poderoso estilo.

Source: horasextraordinarias.blogs.sapo.pt

Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Source: cronicabrasileira.org.br

1. Isso é bem mais complexo do que você imagina. Há três realidades que precisam ser entendidas: o fato de que todos são imagem de Deus (há algo bom); de que todos são pecadores (há algo mau a ser abandonado) e de que a transformação vem por meio da união com Cristo (Evangelho). 2. Ninguém melhora se não aceitar os dois primeiros fatos (a imagem de Deus e o pecado). Só aí o Evangelho se torna transformador. E só o Evangelho transforma de verdade.

Source: x.com

O Brasil não tem um espírito latino como a propaganda internacional tenta vender. Não temos qualquer semelhança cultural com os nossos irmãos das Américas. A arquitetura imaginativa do Brasil é a de ser uma nação miscigenada e sem precedentes na história humana. Fomos idealizados para ser um novo povo, no qual superaríamos a visão do velho continente. A nossa esquizofrenia como nação vem da falta desse entendimento. Ainda não nos compreendemos por dentro. O Brasil é um continente com identidade própria.

Source: nitter.net

A ironia trágica de muitos movimentos de "guerra cultural" cristãos é que eles frequentemente exibem as obras da carne (facções, iras, rivalidades, dissensões) enquanto afirmam defender os valores do Evangelho.

Source: x.com

Se você não consegue assimilar algo antes de enquadrá-lo em categorias polares, talvez não esteja apto a opinar sobre qualquer assunto artístico.

Source: aartedoverso.substack.com

Um burro sempre vai preferir o conselho de outro burro do que o conselho de um sábio. Por quê? Porque o burro não gosta de se sentir burro. Ele não quer aprender. Ele quer alguém que concorde com ele. Alguém que ele entenda.

Source: x.com

Homens públicos sem sentimento público, homens ricos que são, no fundo, pobres diabos, que não descobriram que a única vantagem real de ter dinheiro é não ter que pensar, a todo momento, em dinheiro...

Source: cronicabrasileira.org.br

Le combat spirituel est aussi brutal que la bataille d'hommes ; mais la vision de la justice est le plaisir de Dieu seul.

Source: abardel.free.fr

Uma vez, numa recepção da nossa embaixada em Londres, uma dama inglesa, depois de ouvir a Aquarela do Brasil, estranhou ironicamente a associação dos termos Brasil brasileiro. A França é francesa, dizia, a Inglaterra é inglesa, o Afeganistão é afegane, sem que se precise dizer... Minha senhora, respondeu-lhe alguém, é que o Brasil é muito brasileiro, é o único país brasileiro do mundo, e só quem nos conheça bem será capaz de entender isto....

Source: cronicabrasileira.org.br