O colonialismo um câncer que deve ser erradicado no século XXI (I)

Por Sergio Rodríguez Gelfenstein
O colonialismo um câncer que deve ser erradicado no século XXI (I)

O colonialismo um câncer que deve ser erradicado no século XXI (I) O artigo explora a persistência do colonialismo no século XXI, particularmente na África, contrastando as práticas imperiais históricas com as atuais. Discute como a influência de potências como França tem diminuído, enquanto China e Rússia ganham espaço, e como países africanos buscam soberania através de novas alianças e modelos políticos. A análise culmina na descrição das lutas anticoloniais contemporâneas no continente.

  • O colonialismo, definido por Lenin como fase superior do capitalismo, persiste com novas táticas de controle e saqueio de recursos na África.
  • O Congresso de Berlim (1884-1885) estabeleceu a dominação colonial direta na África, destruindo estruturas sociais pré-existentes e plantando sementes de conflito.
  • A França tem realizado intervenções militares em vários países africanos, mas líderes como Macron declararam o fim da ‘Francáfrica’, enquanto a influência russa e chinesa cresce.
  • Mali, Burkina Faso e Níger buscam maior soberania, expulsando forças militares europeias e formando alianças com China e Rússia, criticando o uso da moeda franco CFA como controle colonial.
  • A crise da CEDEAO e a proposta de “democracia afrocêntrica” em oposição à democracia liberal ocidental, que falhou na África, são destacadas como partes da luta anticolonial em curso.
Write a comment
No comments yet.