O Dogma em Xeque: Uma Crítica às Raízes do Islã e suas Repercussões Modernas

A narrativa teológica tradicional do Islã frequentemente apresenta seu fundador, Maomé, como o "homem perfeito" (*Al-Insan al-Kamil*) e o modelo atemporal de conduta humana.
O Dogma em Xeque: Uma Crítica às Raízes do Islã e suas Repercussões Modernas

No entanto, o escrutínio rigoroso de suas fontes primárias — o Alcorão e os Hadiths considerados autênticos (como Sahih al-Bukhari e Sahih Muslim) — revela um abismo profundo entre a reverência dogmática e a realidade histórica. A análise textual sugere uma figura cujas revelações, com frequência, pareciam moldadas sob medida para justificar ambições políticas, militares e desejos pessoais no contexto do século VII.

Quando transportados para a modernidade, os resquícios jurídicos e culturais dessas práticas geram um choque frontal com a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

1. A Revelação sob Encomenda: Conveniência Divina?

Um dos pontos de maior vulnerabilidade na defesa da inerrância corânica é a natureza altamente “oportuna” de certas revelações. O texto sagrado, supostamente eterno, muitas vezes descia para resolver inconveniências domésticas cotidianas do profeta.

O #Alcorão 33:53 é um exemplo claro: quando os convidados de #Maomé prolongavam suas visitas após o jantar, perturbando sua intimidade familiar (ele possuía nove esposas simultaneamente), um versículo foi revelado ordenando que os convidados comessem e saíssem rapidamente, pois o profeta “tinha vergonha de dispensá-los, mas Alá não tem vergonha da verdade”.

Essa conveniência se estendeu à sua vida conjugal. #Maomé isentou a si mesmo do limite corânico de quatro esposas (Alcorão 33:50). Quando se sentiu atraído por #Zaynab bint Jahsh — esposa de seu filho adotivo, #Zaid —, uma nova revelação aboliu o caráter legal da adoção na #Arábia para permitir que ele se casasse com ela. A própria #Aisha, sua esposa mais jovem, percebeu essa tendência de revelações auto-indulgentes, comentando ironicamente: “Sinto que seu Senhor se apressa em satisfazer seus desejos” (Sahih al-Bukhari 4788).

2. A Infância Interrompida: O Casamento Infantil Institucionalizado

A tentativa moderna de defender o casamento de Maomé com #Aisha baseia-se no argumento da “maturação física precoce”. As fontes primárias, contudo, são implacáveis. O Sahih al-Bukhari (5134 e 6130) atesta que o casamento ocorreu quando Aisha tinha 6 anos e foi consumado aos 9, época em que ela ainda brincava com bonecas.

Historicamente, tenta-se justificar o ato pelos costumes da época, mas a elevação dessa prática ao status de lei divina gerou a legitimação do casamento infantil. O Alcorão 65:4 estabelece o período de espera (Iddah) para o divórcio de mulheres idosas e, explicitamente, de “aquelas que ainda não menstruaram”. Esta passagem valida juridicamente o casamento e a consumação com meninas pré-púberes. Sob a ótica moderna da biologia e da psicologia do desenvolvimento mental e emocional, isso é categorizado como abuso infantil, sendo incompatível com a proteção da infância.

3. O Status Ontológico e Jurídico da Mulher

A estrutura jurídica islâmica baseada nos textos sagrados posiciona a mulher em um patamar de submissão estrutural e inferioridade perante o homem, tratando-a quase como propriedade:

  • Deficiência Intelectual e Herança: O profeta afirmou explicitamente que as mulheres possuem “deficiência na inteligência e na religião” para justificar o fato de que o testemunho de uma mulher vale metade do de um homem (Sahih al-Bukhari 304; Alcorão 2:228). O mesmo princípio desigual aplica-se à herança (Alcorão 4:11).
  • O Casamento como Posse: O Alcorão 2:223 compara a esposa a um “campo de cultivo”, no qual o homem pode entrar “como e quando quiser”. Essa premissa, combinada com Hadiths que afirmam que anjos amaldiçoam a mulher que recusa sexo ao marido (Sahih Muslim 3368), erradica o conceito de consentimento feminino na união, abrindo margem legal e moral para o estupro.
  • Violência Doméstica Legalizada: O Alcorão 4:34 autoriza explicitamente o marido a #agredir fisicamente a esposa em caso de desobediência ou rebeldia (Nushuz). Embora apologistas apontem relatos de que o profeta não batia em suas esposas e de que a agressão não deve deixar marcas graves, a autorização divina para o castigo físico estabelece uma hierarquia de dominação pelo medo.

Reflexos Estatísticos e Sociais: Em nações que aplicam variantes rígidas da Sharia, os reflexos dessa herança são visíveis. Dados frequentemente citados indicam taxas de estupro na Arábia Saudita em torno de 5,6 por 100.000 habitantes, superando países com populações gigantescas como a Índia (2,6 por 100.000). Nota analítica: Embora tais números oficiais existam, a realidade criminológica sugere que em sociedades islâmicas, onde vítimas de violência sexual podem ser acusadas de adultério (Zina), a subnotificação de estupros é colossal, mascarando uma epidemia silenciosa de violência legalizada.

4. Escravidão e Espólios de Guerra

Uma das defesas mais comuns do Islã primitivo é que ele encorajou a libertação de escravos (Sahih Muslim 2315). Contudo, ele jamais aboliu a escravidão; pelo contrário, regulamentou-a e enraizou-a na economia de guerra.

O profeta comprou, vendeu e possuiu escravos (Sahih Muslim 1602). Mais grave sob a ótica dos direitos humanos é o tratamento dado às mulheres cativas. Após campanhas militares como a aniquilação dos homens da tribo judaica de Banu Qurayza, mulheres e crianças foram divididas como espólio. O Alcorão (4:24 e 33:50) permite explicitamente relações sexuais com escravas cativas (“aquelas que vossas mãos direitas possuem”), mesmo que já fossem casadas antes de serem capturadas. O caso de Safiyya bint Huyayy, tomada como esposa por Maomé no mesmo dia em que ele ordenou a execução de seu marido e familiares, ilustra uma conversão e união indissociáveis de um profundo trauma de guerra, onde o “consentimento” é uma impossibilidade prática.

5. O Abismo Científico: Islã vs. Cosmologia Antiga

Muitos apologistas modernos dedicam esforços para encontrar “milagres científicos” no Alcorão. No entanto, uma leitura literal expõe o texto como um produto do conhecimento naturalista pré-científico do século VII:

  • Embriologia Incorreta: O Alcorão 86:6-7 descreve o sêmen como algo que procede “de entre a espinha dorsal e as costelas” — um erro anatômico que ecoa antigas crenças gregas incorretas, não a biologia humana.
  • Cosmologia e Geocentrismo: O texto descreve o Sol se pondo em uma poça de lama escura (Alcorão 18:86), o mito de que estrelas são mísseis lançados contra demônios, e a crença de que Maomé teria voado a Jerusalém e ascendido aos céus em uma criatura alada (Buraq), ou de que dividiu a Lua ao meio (fato astronômico de proporções catastróficas que não possui qualquer registro em civilizações astrônomas da época, como chineses, indianos ou maias).

Conclusão

A manutenção inquestionável de dogmas gerados no século VII em pleno século XXI não representa apenas uma represão religiosa, mas uma força de estagnação que ameaça ativamente a integridade física e moral de mulheres, crianças e homens.

Quando um sistema ideológico sacraliza a violência doméstica, justifica a supressão do consentimento, normaliza uniões com crianças em idade pré-escolar e mantém leis severas contra a liberdade individual (como nos atuais enforcamentos de homossexuais no Irã), ele deixa de ser imune à crítica sob o manto do “respeito religioso”. A denúncia dessas estruturas não é um ato de intolerância, mas um imperativo categórico para a defesa inegociável da dignidade humana, da racionalidade e da evolução da sociedade civil.


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  • Se você usa perfume, você é uma prostituta - Nasai 5126
  • “UMA NAÇÃO COM MULHERES COMO LÍDERES NÃO PODE TER SUCESSO” - Sahih al-Bukari 7099
  • Mhmd dizendo a um homem para se casar com uma jovem virgem, assim como ele fez, para que ele possa acariciá-la e brincar com ela… (Sahih al-Bukari 5080)
  • Quando um homem convida sua esposa para a cama e ela não aceita, e ele (o marido) passa a noite com raiva dela, os anjos a amaldiçoam até o amanhecer. Basicamente, o estupro é incentivado. (Sahih Mslm 3368)
  • As esposas são como campos e os homens podem cultivá-las como quiserem (Alcorão 2:223)
  • “as mulheres que reclamam de seus maridos para as minhas esposas são mulheres más”. [Hadith do Sunan de Abu Dawud, livro 12, hadith 2141, grau Sahih (Al-Albani)]
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Pai castiga filha por perder a virgindade antes do casamento. https://xxx.livegore.com//rb-include/videos/7219837657.mp4

Reply to OK3E…

MAOMÉ (MUHAMMAD) E OS ESCRAVOS

O Islão veio para dar direitos às mulheres e acabar com a escravatura…. Já vimos os direitos das mulheres no Islão. Se não, clique aqui. Agora vamos ver a remoção da escravatura por Maomé. Ele é o profeta do Islão e o chamado maior profeta de todos os tempos. Se ainda não leu sobre ele, por favor clique aqui. Os escravos eram propriedade e os árabes comercializavam escravos. Maomé, o maior profeta, removeu a escravatura segundo os conceitos islâmicos. Os muçulmanos adoram mencionar Bilal, o escravo negro a quem foi dada a honrosa tarefa de chamar para a oração e, de alguma forma, isso supostamente mostra que ele honrava os escravos ou até mesmo os escravos negros. Bilal retirou-se desse dever sagrado logo após a morte de Maomé, o que os muçulmanos afirmam que ele estava tão triste que não conseguia realizar esse dever …. (sim, por favor, sem risos).

O comércio de escravos árabes que existia mesmo antes de Maomé, mas vamos falar apenas sobre o comércio de escravos islâmico que durou mais tempo, do século VII ao século XX. A maioria dos quais eram escravos negros e geralmente castrados. Ao longo da vida de Maomé, ele não apenas possuiu escravos, mas também esteve envolvido no comércio de escravos.

O ESCRAVO NEGRO CONDUTOR DE CAMELOS DE MAOMÉ Narrado por Anas bin Malik: O Apóstolo de Alá estava de viagem e ele tinha um escravo negro chamado Anjasha, e ele estava a conduzir os camelos (muito rápido, e havia mulheres a montar nesses camelos). O Apóstolo de Alá disse: “Waihaka (Que Alá seja misericordioso contigo), Ó Anjasha! Conduz devagar (os camelos) com os recipientes de vidro (mulheres)!” (Sahih Bukhari 8:73:182 ou Sahih al-Bukhari, 6161)

O ESCRAVO NEGRO DE MAOMÉ EM CASA Narrado por ’Umar: Cheguei e eis que o Mensageiro de Alá (ﷺ) estava hospedado numa Mashroba (sótão) e um escravo negro do Mensageiro de Alá (ﷺ) estava no topo das suas escadas. Eu disse-lhe: “(Diz ao Profeta) que aqui está ’Umar bin Al-Khattab (a pedir permissão para entrar).” Então ele deixou-me entrar. (Sahih Bukhari 9:91:368 ou Sahih Bukhari 7263)

MAOMÉ RECEBEU ESCRAVOS NEGROS COMO PRESENTE Saímos na companhia do Mensageiro de Alá (ﷺ) no dia da (batalha de) Khaibar, e não obtivemos ouro ou prata como espólio de guerra, mas obtivemos propriedade na forma de coisas e roupas. Então um homem chamado Rifa’a bin Zaid, da tribo de Bani Ad-Dubaib, apresentou um escravo chamado Mid’am ao Apóstolo de Alá. O Mensageiro de Alá (ﷺ) dirigiu-se para o vale de Al-Qura, e quando ele estava no vale de Al-Qura uma flecha foi atirada por uma pessoa não identificada, atingiu e matou Mid’am que estava a fazer uma camela do Mensageiro de Alá (ﷺ) ajoelhar-se. As pessoas disseram: “Parabéns para ele (o escravo) por ganhar o Paraíso.” O Mensageiro de Alá (ﷺ) disse: “Não! Por Aquele em Cujas Mãos está a minha alma, o lençol que ele roubou do espólio de guerra antes da sua distribuição no dia de Khaibar, está agora a arder sobre ele.” Quando as pessoas ouviram isso, um homem trouxe um ou dois Shiraks (tiras de couro de sapatos) ao Profeta. O Profeta (ﷺ) disse: “Um Shirak de fogo, ou dois Shiraks de fogo.” (Sahih al-Bukhari 8:78:698 ou Sahih al-Bukhari 6707)

O ESCRAVO DE MAOMÉ ESCOLTOU AIESHA … Ela respondeu: “Sim, por Alá.” Voltei para minha casa, espantada (e angustiada) por não saber com que propósito tinha saído. Então fiquei doente (febre) e disse ao Apóstolo de Alá: “Envia-me para a casa do meu pai.” Então ele enviou um escravo comigo, e quando entrei na casa, encontrei Um Rum-an (minha mãe) no andar de baixo enquanto (meu pai) Abu Bakr estava a recitar algo lá em cima… (o hadith é muito longo, encurtei-o com o propósito de mostrar os escravos) (Sahih Bukhari 6:60:281 ou referência árabe Livro 65, Hadith 4757)

MAOMÉ COM A SUA ESCRAVA EM CASA .. Então fui ter com o Mensageiro de Alá. Ele disse: Ó Abu Dharr. Fiquei em silêncio. Ele então disse: Que tua mãe seja privada de ti, Abu Dharr: ai de tua mãe. Ele então chamou uma escrava negra para mim. Ela trouxe um recipiente que continha água…. (Sunan Abi Dawud 332)

O ALFAIATE DE MAOMÉ SÃO OS SEUS ESCRAVOS Narrado por Anas: O Mensageiro de Alá foi ao seu alfaiate escravo, e foi-lhe oferecido um (prato de) cabaça do qual ele começou a comer. Adoro comer cabaça desde que vi o Mensageiro de Alá a comê-la. (Sahih al-Bukhari 5433 ou Vol. 7, Livro 65, Hadith 344)

MAOMÉ COMO COMERCIANTE DE ESCRAVOS Veio um escravo e jurou lealdade ao Apóstolo de Alá (ﷺ) na migração; ele (o Sagrado Profeta) não sabia que ele era um escravo. Então veio o seu mestre e exigiu-o de volta, ao que o Apóstolo de Alá (ﷺ) disse: Vende-mo. E ele comprou-o por dois escravos negros, e não aceitou depois disso o juramento de lealdade de ninguém até que lhe perguntasse se era escravo (ou um homem livre). (Sahih Muslim 1602 ou Livro 10, Hadith 3901)

e também vamos ver o que as pessoas faziam em frente a Maomé com as escravas sexuais que possuíam, mesmo quando elas lhes davam filhos….

“Costumávamos vender as nossas escravas e as mães dos nossos filhos (Umahat Awaldina) quando o Profeta (ﷺ) ainda vivia entre nós, e não víamos nada de errado nisso.” Sunan Ibn Majah Vol. 3, Livro 19, Hadith 2517

MAOMÉ CANCELOU A LIBERTAÇÃO DO ESCRAVO E VENDEU O ESCRAVO. Narrado por Jabir: Um homem alforriou um escravo e ele não tinha outra propriedade senão essa, então o Profeta (ﷺ) cancelou a alforria (e vendeu o escravo por ele). Nu’aim bin Al-Nahham comprou-lhe o escravo. Sahih al-Bukhari 2415 ou Vol. 3, Livro 41, Hadith 598

um acréscimo a isto foi dito que o escravo morreu no mesmo ano, portanto o último ano daquele escravo ele não pôde desfrutar da liberdade por causa de Maomé.

Narrado por Jabir: Um homem entre nós declarou que o seu escravo seria libertado após a sua morte. O Profeta (ﷺ) mandou chamar esse escravo e vendeu-o. O escravo morreu no mesmo ano. Sahih al-Bukhari 2534

Foi narrado por ’Imran bin Husain que: um homem tinha seis escravos, e ele não tinha nenhuma outra riqueza além deles, e ele libertou-os quando morreu. O Mensageiro de Alá (ﷺ) dividiu-os em grupos, libertou dois e deixou quatro como escravos. Sunan Ibn Majah 2345

MATAR OS ESCRAVOS FUGITIVOS - MAOMÉ Jarir costumava narrar do Profeta [SAW]: “Se um escravo foge, nenhuma Salah [oração] será aceite dele, e se ele morrer, ele morrerá como um descrente.” Um escravo de Jarir fugiu, e ele apanhou-o e cortou-lhe o pescoço (matando-o). Sunan an-Nasa’i 4050

ESCRAVA COMO DINHEIRO DE SANGUE - MAOMÉ Yahya relatou-me de Malik de Ibn Shihab de Abu Salama ibn Abd ar-Rahman ibn Awf de Abu Hurayra: que uma mulher da tribo Hudhayl atirou uma pedra a uma mulher da mesma tribo, e ela teve um aborto espontâneo. O Mensageiro de Alá, que Alá o abençoe e lhe conceda a paz, proferiu um julgamento de que um escravo ou escrava de tez clara e excelência deveria ser dado a ela. Muwatta Malik » Dinheiro-de-Sangue - كتاب العقول Livro 43, Hadith 5

NÃO LIBERTE O ESCRAVO, MAS DÊ À SUA FAMÍLIA - MAOMÉ Narrado por Kuraib: o escravo liberto de Ibn `Abbas, que Maimuna bint Al-Harith lhe disse que alforriou uma escrava sem pedir permissão ao Profeta. No dia em que era a vez de ela estar com o Profeta, ela disse: “Sabes, Ó Mensageiro de Alá (ﷺ), que eu alforriei a minha escrava?” Ele disse: “A sério?” Ela respondeu afirmativamente. Ele disse: “Terias obtido mais recompensa se a tivesses dado (ou seja, a escrava) a um dos teus tios maternos.” (Sahih al-Bukhari 2592 ou Vol. 3, Livro 47, Hadith 765)

MATOU TODOS E FEZ CRIANÇAS E MULHERES ESCRAVAS - MAOMÉ Narrado por Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá (ﷺ) (p.b.u.h) ofereceu a oração de Fajr quando ainda estava escuro, então ele cavalgou e disse: ’Allahu Akbar! Khaibar está arruinada. Quando nos aproximamos de uma nação, a manhã mais infeliz é a manhã daqueles que foram avisados.“ O povo saiu para as ruas dizendo: “Maomé e o seu exército.” O Mensageiro de Alá (ﷺ) derrotou-os à força e os seus guerreiros foram mortos; as crianças e as mulheres foram feitas cativas. Safiya foi tomada por Dihya Al-Kalbi e mais tarde ela passou a pertencer ao Apóstolo de Alá que casou com ela e o seu Mahr foi a sua alforria. Sahih al-Bukhari 947 ou Vol. 2, Livro 14, Hadith 68

MAOMÉ A DAR ESCRAVOS COMO CENOURAS Anas disse “Cativos foram reunidos em Khaibar. Dihyah aproximou-se e disse “Apóstolo de Alá, dá-me uma escrava dos cativos.” Ele disse “Vai e pega numa escrava. Ele levou Safiyyah, filha de Huyayy. Um homem então foi ao Profeta e disse “Deste a Safiyyah, filha de Huyayy, senhora chefe dos Quraizah e Al Nadir a Dihyah? Isto é de acordo com a versão de Ya’qub. Então a versão acordada diz “ela é digna de ti.” Ele disse “chama-o com ela. Quando o Profeta (ﷺ) olhou para ela, disse-lhe “tira outra escrava dos cativos. O Profeta (ﷺ) então libertou-a e casou-se com ela. Sunan Abi Dawud 2998

VAI BUSCAR QUALQUER ESCRAVA PARA TI - MAOMÉ Narrado por ’Abdul ’Aziz: Anas disse: ’Quando o Apóstolo de Alá invadiu Khaibar, oferecemos a oração de Fajr lá no início da manhã) quando ainda estava escuro. O Profeta montou e Abu Talha também montou e eu cavalgava atrás de Abu Talha. O Profeta passou pela vereda de Khaibar rapidamente e o meu joelho estava a tocar na coxa do Profeta. Ele descobriu a sua coxa e eu vi a brancura da coxa do Profeta. Quando ele entrou na cidade, disse: ‘Allahu Akbar! Khaibar está arruinada. Sempre que nos aproximamos de uma nação (hostil) (para lutar), então o mal será a manhã daqueles que foram avisados.’ Ele repetiu isso três vezes. As pessoas saíram para os seus trabalhos e alguns deles disseram: ‘Maomé (chegou).’ (Alguns dos nossos companheiros acrescentaram: “Com o seu exército.”) Conquistamos Khaibar, fizemos os cativos, e o espólio foi recolhido. Dihya aproximou-se e disse: ‘Ó Profeta de Alá! Dá-me uma escrava das cativas.’ O Profeta disse: ‘Vai e pega numa escrava qualquer.’ Ele levou Safiya bint Huyai. …..“ Sahih al-Bukhari, Vol. 1, Livro de Oração 8, Hadith 367 ou Sahih al-Bukhari, 371

MAOMÉ E AISHA A DESFRUTAR DE ESCRAVOS Narrado por ’Urwa sob a autoridade de ’Aisha: Nos dias de Mina, (11º, 12º e 13º de Dhul-Hijjah) Abu Bakr veio até ela enquanto duas jovens batiam no pandeiro e o Profeta estava deitado coberto com as suas roupas. Abu Bakr repreendeu-as e o Profeta descobriu o rosto e disse a Abu Bakr: “Deixa-as, pois estes dias são os dias de ’Id e os dias de Mina.” ’Aisha disse ainda: “Uma vez o Profeta estava a proteger-me e eu estava a observar a exibição de escravos negros na Mesquita e (’Umar) repreendeu-os. O Profeta disse: ‘Deixa-os. Ó Bani Arfida! (continuem), vocês estão seguros (protegidos)’.” Sahih al-Bukhari, 987 e Sahih al-Bukhari, 988, Sahih al-Bukhari, Vol. 2, Livro dos Dois Festivais (Eids), Hadith 103

MAOMÉ - CATEGORIZAÇÃO DE CAVALO E DE UM ESCRAVO Narrado por Abu Huraira: O Mensageiro de Alá (ﷺ) disse: “Não há Zakat nem num cavalo nem num escravo pertencente a um muçulmano.” Sahih al-Bukhari 1463, Livro 24, Hadith 66

AÇOITAR O ESCRAVO E DEPOIS FAZER SEXO - MAOMÉ Narrado por ‘Abdullah bin Zam’a: O Profeta disse: “Nenhum de vós deve açoitar a sua esposa como açoita um escravo e depois ter relações sexuais com ela na última parte do dia.” Sahih al-Bukhari 5204, Vol. 7, Livro 62, Hadith 132

MAOMÉ E ANALOGIA PARA ESCRAVOS NEGROS Narrado por Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá (ﷺ) disse: “Deves ouvir e obedecer ao teu governante, mesmo que ele seja um escravo etíope (negro) cuja cabeça se pareça com uma passa.” Sahih al-Bukhari 7142 ou Livro 93, Hadith 6, Vol. 9, Livro 89, Hadith 256

ESCRAVO E HOMEM LIVRE NÃO SÃO IGUAIS Alá apresenta um exemplo: um escravo [que é] possuído e incapaz de fazer algo e a quem Nós fornecemos de Nós uma boa provisão, então ele gasta disso secreta e publicamente. Podem eles ser iguais? Louvado seja Alá! Mas a maioria deles não sabe. (Alcorão 16:75)

Mas então o muçulmano diz olhem para o contexto contexto … vamos olhar para o verso 71 E Alá favoreceu alguns de vós sobre outros em provisão. Mas aqueles que foram favorecidos não entregariam a sua provisão àqueles que as suas mãos direitas possuem, para que eles fossem iguais a eles nisso. É então o favor de Alá que eles rejeitam? (Alcorão 16:71)

Então agora vocês têm contexto também, e depois dizem que toda a gente é igual … mas para Alá o escravo não é igual a um homem livre e Maomé e todos os seus amigos tinham muitos escravos como vimos acima.

VAI TER RELAÇÕES SEXUAIS COM ESCRAVAS - MAOMÉ Abu Sa’id al-Khudri (que Alá esteja satisfeito com ele) relatou que na Batalha de Hanain, o Mensageiro de Alá (ﷺ) enviou um exército para Autas e encontrou o inimigo e lutou com ele. Tendo-os vencido e feito cativos, os Companheiros do Mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) pareceram abster-se de ter relações sexuais com mulheres cativas por causa dos seus maridos serem politeístas. Então Alá, o Altíssimo, enviou instruções sobre isso: “E mulheres já casadas, exceto aquelas que as vossas mãos direitas possuem (iv. 24)” (i. e. elas eram lícitas para eles quando o seu período de ’Idda chegasse ao fim). Sahih Muslim, 1456a ou Sahih Muslim, Vol. 4, Livro do Casamento, Hadith 3432

DESFRUTA DE SEXO COM ESCRAVAS - MAOMÉ Jabir (que Alá se agrade dele) relatou que um homem veio ter com o Mensageiro de Alá (ﷺ) e disse: Eu tenho uma escrava que é nossa serva e ela carrega água para nós e eu tenho relações sexuais com ela, mas não quero que ela engravide. Ele disse: Pratica o coito interrompido (’azl), se quiseres, mas o que é decretado para ela virá a ela. A pessoa ficou para trás (por algum tempo) e depois veio e disse: A rapariga engravidou, ao que ele disse: Eu disse-te que o que foi decretado para ela viria a ela. Sahih Muslim 1439 a, Livro 16, Hadith 159

SEXO COM KHUMUS - MAOMÉ Khumus é a quinta parte de uma determinada posse que deve ser paga ao estado islâmico … agora veja no seguinte hadith o que está a ser pago como Khumus e o que está a ser feito com o Khumus antes que fosse pago ao estado e as respostas de Maomé, o cobrador de Khumus.

Narrado por Buraida: O Profeta (ﷺ) enviou Ali a Khalid para trazer o Khumus (do espólio) e eu odiava Ali, e Ali tinha tomado banho (depois de um ato sexual com uma escrava do Khumus). Eu disse a Khalid, "Não vês isto (i.e. Ali)?“ Quando chegámos ao Profeta (ﷺ) eu mencionei isso a ele. Ele disse, “Ó Buraida! Tu odeias `Ali?” Eu disse, “Sim.” Ele disse, “Não o odeies, pois ele merece mais do que isso do Khumlus.” Sahih al-Bukhari 4350

MAOMÉ E O SEXO COM ESCRAVAS Foi narrado por Anas, que o Mensageiro de Alá teve uma escrava com quem teve relações sexuais, mas ’Aisha e Hafsah não o deixariam em paz até que ele dissesse que ela lhe era proibida. Então Alá, o Poderoso e Sublime, revelou: ‘Ó Profeta! Porque te proíbes (a ti mesmo) aquilo que Alá te tornou lícito.’ até ao fim do Versículo. Sunan an-Nasa 3959 a referência no hadith é do seguinte verso:

Ó Profeta, porque proíbes [a ti mesmo] o que Alá te tornou lícito, procurando a aprovação das tuas esposas? E Alá é Perdoador e Misericordioso. (Alcorão 66:1)

o verso é um pouco obscuro, mesmo quando se tem um hadith acima, mas vamos correlacioná-lo com o Tafsir al-Jalalayn:

Ó Profeta! Porque proíbes o que Deus te tornou lícito em termos da tua serva copta Mariya — quando ele se deitou com ela na casa de Hafsa que esteve fora mas que no seu regresso e ao descobrir chateou-se pelo facto disto ter ocorrido na sua própria casa e na sua própria cama — ao dizer ‘Ela é ilícita para mim!’ procurando através do facto de a tornares ilícita para ti agradar às tuas esposas? E Deus é Perdoador Misericordioso, tendo-te perdoado esta proibição

portanto, se Maomé a ter relações sexuais com escravas ainda não é evidente mesmo quando tivemos tantos hadiths acima, vejamos outro versículo do Alcorão abaixo onde se diz que Alá está a falar diretamente com Maomé:

Ó Profeta, na verdade Nós tornámos lícitas para ti as tuas esposas a quem deste a sua devida compensação e aquelas que a tua mão direita possui daquelas que Alá te devolveu [dos cativos] e as filhas dos teus tios paternos e as filhas das tuas tias paternas e as filhas dos teus tios maternos e as filhas das tuas tias maternas que emigraram contigo e uma mulher crente se ela se entregar ao Profeta [e] se o Profeta desejar casar com ela, [isto é] apenas para ti, excluindo os [outros] crentes. Nós certamente sabemos o que lhes tornámos obrigatório em relação às suas esposas e àqueles que as suas mãos direitas possuem, [mas isto é para ti] para que não haja nenhum desconforto sobre ti. E Alá é sempre Perdoador e Misericordioso (Alcorão 33:50)

Privilégios especiais para a vida sexual de muhammad

  • Primeiro: Ser justo com os espólios.
  • Segundo: Tomar um quinto de um quinto ou apenas um quinto (dos espólios de guerra).
  • Terceiro: “Al Wisal” (Dimitrius - o jejum ou jejuar. Isto geralmente refere-se a jejuar ou abster-se de comida.)
  • Quarto: Tomar mais de quatro mulheres.
  • Quinto: Casar, “Yas-tan-kih” (ou ter relações sexuais), com uma mulher que pronuncie verbalmente a sua dedicação (ao profeta).
  • Sexto: Casar, “Yas-tan-kih,” sem a presença (ou permissão) de um tutor legal.
  • Sétimo: Casar, “Yas-tan-kih,” sem dote.
  • Oitavo: Casar (e ter relações sexuais) durante um estado de consagração e purificação ritual.
  • Nono: A anulação de um juramento que ele possa fazer às suas esposas.
  • Décimo: Se Maomé olhar para uma mulher (e a desejar) ENTÃO É NECESSÁRIO QUE O SEU MARIDO SE DIVORCIE DELA E QUE MAOMÉ SE CASE COM ELA. Ibn Al A’raby disse, “Isto é o que o servo das duas mesquitas sagradas disse, bem como ficou claro para os estudiosos DA HISTÓRIA DE ZAID, que também tinha esse significado.”
  • Décimo primeiro: Que o profeta libertou Safiyyah (do seu estado capturado) e ele considerou a libertação dela como o seu dote.
  • Décimo segundo: Entrar em Meca sem estar em estado de purificação ritual.
  • Décimo terceiro: Lutar em Meca.
  • Décimo quarto: Que ele não é herdado por ninguém. Isto foi mencionado no juramento de absolvição para quando um homem se aproxima da morte devido a doença, a maioria de seus bens são levados, de modo que não lhe reste mais de um terço. Mas as posses do profeta permaneceram para ele, como é evidenciado no versículo da herança e em Surat Mariam.
  • Décimo quinto: O seu casamento ainda é considerado efetivo após a sua morte.
  • Décimo sexto: Se ele se divorcia de uma mulher, ela permanece proibida para todos e não pode ser casada, “Nikah,” com mais ninguém. Leia-os uma e outra vez, não importa quantas vezes você os leia, não encontrará nada que possa ajudar os muçulmanos ou o Islão. Tipo 70% são sobre Maomé e privilégios especiais para a sua vida sexual. Eu não sei como estes poderiam ser os privilégios para um profeta.

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Fontes a seguir

  1. http://quran.ksu.edu.sa/tafseer/qortobi/sura33-aya50.html (Suni Saudita Árabe)
  2. https://library.islamweb.net/newlibrary/display_book.php?flag=1&bk_no=48&ID=2795 (Suni)
  3. تفسير القرطبي - القرطبي - ج ١٤ - الصفحة ٢١٢ Shia Online Library
  4. https://muflihun.com/33/50?tid=8123&tafid=1593&wrd=1&triid=63
  5. Tafsir Al-Qurtubi - الجامع لأحكام القرآن، تفسير سورة الأحزاب، قوله تعالى يا أيها النبي إنا أحللنا لك أزواجك - الجزء الرابع عشر
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